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segunda-feira, janeiro 04, 2010

I get along without you very well

Diana Krall. Finalmente encontrei a versão no youtube.

A ironia e o sorriso amargo juntos,
como se só houvesse presente
eterno,
num banco só.

domingo, outubro 25, 2009

Diana Krall no Porto



Foi dia 11. E foi genial.


Apesar de não totalmente cheio, o Rosa Mota estava ao rubro com a sua presença sedutora e enérgica, com a sua voz inconfundível e a sua técnica ao piano. E com a ajuda de Anthony Wilson (guitarra), Ben Wolf (contrabaixo) e Karrien Riggins (bateria). Floreados, improvisos, novos arranjos em músicas tão conhecidas, do passado, como «I Love being here with you», «Cheek to cheek», «Deed I do», «I was doing alright», «Case of you», «Let´s fall in love» ou «Let's face the music and dance» e músicas tão conhecidas do novo álbum (que revisita em grande parte clássicos anglófonos mas sobretudo brasileiros), como «I've grown accustomed to his face», «So Nice», «Quiet Nights», «The boy from Ipanema» e «Este seu olhar» - em português, mesmo e já não tenho certeza do «Walk on by». Muito divertida, intensa, com confidências, tentativas de falar português, simplicidade e simpatia.




Agora o negativo: a pontualidade dos espectadores - muito fraca. Eram 22:15 e ainda havia muita gente a entrar. Fosse outro sítio e ficavam na rua. O pavilhão também não foi o local mais indicado - por vezes, com as palmas, deixava de se ouvir o que a senhora dizia, e ela notou-o, brincalhona ("Só vou falar Português quando estiverem a bater palmas"), e por isso o público conteve-se um pouco. Casa da Música ou Coliseu poderiam ter sido mais apropriados, talvez. Já para não falar das cadeiras, muito desagradáveis.


Para saber mais leia-se o Blitz. Sobre o último álbum, Quiet Nights: ideias, influências, elaboração, veja-se aqui. E muitos vídeos circulam por aí, como aqui.

terça-feira, outubro 13, 2009

brevemente

os relatos de Santiago e do concerto de Diana Krall... isto anda tudo atrasado, pois o tempo, que existe, não chega para tudo, porque ando muito cansado...

domingo, julho 19, 2009

A lua


E hoje, mais logo, na RTP2, Luísa Malato no Câmara Clara. A não perder!

********


Foi interessante, e a minha (Fada)Madrinha foi fantástica.
E o objecto artístico mais bonito sobre a lua são duas, parece-me, na música:






E podia ser a Diana Krall, ou Sinatra... Ou literatura - tantos...
Mas eu não sou lunar, pelo contrário ;)

quinta-feira, abril 30, 2009

O livro dos dias - (breve selecção de Abril)

3. Tenho de voltar a ouvir, insistentemente, «I get along without you very well» (versão Diana Krall). Mas sem o final, pois parte-me cada vez mais em mil fragmentos de nada...

9. Somos nós também aquilo que somos? O que não queremos ser? O que queremos e não conseguimos? Onde começa e termina o ser e o querer? Ou o não ser e o não querer? ___________ O Sol hoje nada pode esclarecer.

14. «P´ra frente é que é caminho». Ou para trás, ou para os lados. Qual frente? Estamos a falar de espaço ou de tempo?
16. A genialidade é uma questão de tempo e de espaço.

17. Custa-me a solidão dos dias, ao contrário do hábito. Dos dias que vivo e que tinha projectado diferentes, contigo. O que custa não é a solidão, é ver-te sem ter-te, é depois não te ver chegar a casa, e ter-te apenas na memória. Face ao vazio e à loucura: as palavras ou o silêncio da solidão.

19. Eu não preciso de saber de nada do mundo. Eu sou um mundo e já me chego!

23.
I get along without you very well
I get along without you very well
I get along without you very well
I get along without you very well
I get along without you very well
I get along without you very well
I get along without you very badly
I get along with(out) you very well
I (don't) get along without you very well

24. Já não havia estrada, apenas um muro. E para além dele era impossível ver.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

colecções

Não tenho trabalho, é certo. E não ganho dinheiro (ainda gasto o dos meus pais naquelas viagens fantásticas para Lisboa). No entanto, as feiras de livros na altura de Natal ainda me renderam mais alguns livros, no Natal ganhei uns euritos, e agora surgiu uma série de “fascículos”, cujas primeiras entregas são baratas e por isso se devem aproveitar. Desde os clássicos da Literatura Portuguesa da RBA (primeiro volume: €1.95 – Mistérios de Lisboa de Camilo Castelo Branco) até aos dvd’s de jazz da Planeta de Agostini (1-Louis Armstrong, 2-Diana Krall live in Paris a €9.95). Já estão comprados! Segue-se a colecção de romances históricos à la Código Da Vinci que são uma oferta (exacto, grátis) da Revista Sábado! Mas há para outros gostos: as bonecas de porcelana das heroínas dos romances mais importantes, curso de desenho e pintura, dvd’s do Tom Saywer, perfumes… E sempre gostei destas colecções: óptimas oportunidades de adquirir produtos interessantes a preços mais reduzidos. Pena que depois o preço triplique e aquelas colecções que gostávamos mesmo de fazer ficam para trás…

terça-feira, dezembro 05, 2006

Canção das noites e dos dias


I get along without you very well
(in: The Look Of Love, Diana Krall)

I get along without you very well
Of course I do
Except when soft rains fall
And drip from leaves, then I recall
The thrill of being sheltered in your arms
Of course, I do
But I get along without you very well

I´ve forgotten you just like I should
Of course I have
Except to hear your name
Or someone´s laugh that is the same
But I´ve forgotten you just like I should

What a guy, what a fool am I
To think my breaking heart could kid the moon
What´s in store? Should I phone once more?
No, it´s best that I stick to my tune

I get along without you very well
Of course I do
Except perhaps in spring
But I should never think of spring
For that would surely break my heart in two

quinta-feira, novembro 16, 2006

Da música



Agora que tenho estado mais tempo em casa e nas viagens de cinco horas para Lisboa e mais cinco de regresso, tenho ouvido muita música. E há muitas coisas que me surpreendem por nunca ter reparado nelas, ao ouvir coisas que estavam guardadas no pc ou em cds que se amontoam um pouco na prateleira, agora ao lado do dvds do Expresso. A menina Lúcia Moniz teve um amadurecimento notável, do primeiro para o terceiro cd. Cada vez melhor, é certo. E Leva-me p’ra casa é um cd para ouvir com alguma atenção, sobretudo para quem gosta de ver algumas construções textuais: sucedem-se as comparações e algumas figuras inusitadas, e a imagem-obsessão do “ser tudo”/”ser nada” – a totalidade e proximidade de um espaço-tempo fora deles próprios. Destaque para Chuva (I), Leva-me p’ra casa, Não podes esquecer, e Tão perto (de ser tudo).
Outra surpresa foi Back to Basics de Christina Aguilera, uma lufada de ar fresco na carreira da moça.
Uma revitalização é também The Emancipation of Mimi, de Mariah Carey. Revitalização da sua carreira e credibilidade. E bem que algumas canções tenham letras bastante inconstantes (como a Get Your Number), Mariah conseguiu um álbum bastante coeso e forte, embora não recupere a máxima glória dos anos de 1995-97, dos álbuns Day Dream e Butterfly. Curiosamente, o álbum acaba por receber três grammys que foram negados aos álbuns referidos e muitos outros prémios, graças à fórmula de sucesso que foi We belong together: Melhor Interpretação Feminina R&B: We belong together, Melhor Canção R&B: We belong together e Melhor Álbum Contemporâneo de R&B: The Emancipation of Mimi, não recebendo, no entanto, os prémios das outras categorias: Melhor Canção Soul: Fly Like a Bird, Melhor Álbum e Disco do Ano, Melhor Canção do Ano (We belong together), melhor interpretação feminina poo (It´s like that). De destacar do cd, claro We belong together, Mine Again, I Wish you knew, Your girl do lado das mais calmas, e It´s like that, Shake it off, Get your number, To the floor do lado das mexidas. A versão Ultra Platinum DeLuxe inclui ainda quarto músicas bonus, como Don’t forget about us e um dvd com os vídeos dos quatro singles extraídos e o link para o vídeo do quinto. Óbvio estratagema comercial, mas para que é fã é óptimo. Claro que Fly like a bird acaba por ser o grande monumento do álbum: uma poderosa música soul numa poderosa voz que usa e abusa espectacularmente das suas capacidades quase inesgotáveis.
E o que raio é a nova versão de Íris (dos Goo-Goo Dolls) agora cantada por Ronan Keating? É que nova versão é uma expressão mal usada: a música está praticamente igual, mas pior. A emoção desaparece, fica tudo muito melado e igual do início ao fim. O lado rock e forte da música e da voz, que arrebatavam nos momentos certos, desaparecem. É a única diferença. E o objectivo de um remake é fazer melhor, ou, pelo menos, diferente…
Volto sempre aos mesmos, que me têm acompanhado e que não me canso de ouvir: Jewel, James Blunt, Cold Play, Word Song, Diana Krall, Mariza, Mariah Carey, Keane, banda sonora da Amélie…
Por fim, e porque podia falar de muita outra coisa, de que talvez venha a falar, termino com Madonna. Mulher polémica para todas as polémicas, tem, no álbum Ray of Light o único que tenho e que vale a pena ter…) uma curiosidade: os minutos das músicas parecem ter uma qualquer significação cabalística ou coisa que o valha? Se não veja-se o jogo de correspondências entre 1-13, 2-12 e todas entre si…:

segunda-feira, julho 18, 2005

Diana Krall - as letras de duas músicas muito... ;)



"Maybe You'll Be There"
(in: The Look Of Love)

Each time I see a crowd of people
Just like a fool I stop and stare
It's really not the proper thing to do
But maybe you'll be there
I go out walking after midnight
Along the lonely thoroughfare
It's not the time or place
To look for you
But maybe you'll be there
You said your arms would always hold me
You said you lips were mine alone to kiss
Now after all those things you told me
How can it end like this
Someday if all my prayers are answered
I'll hear a footstep on the stair
With anxious heart
I'll hurry to the door
And maybe you'll
Be there


Narrow daylight
(in: The Girl In The Other Room)

Narrow daylight entered my room
Shining hours were brief
Winter is over
Summer is near
Are we stronger than we believe?

I walked through halls of reputation
Among the infamous too
As the camera clings to the common thread
Beyond all vanity
Into a gaze to shoot you through

Is the kindness we count upon
Hidden in everyone?

I stepped out in a sunlit grove
Although deep down I wished it would rain
Washing away all the sadness and tears
That will never fall so heavily again

Is the kindness we count upon
Is hidden in everyone

I stood there in the salt spray air
Felt wind sweeping over my face
I ran up through the rocks to the old
Wooden cross
It´s a place where I can find some peace

Narrow daylight entered my room
Shining hours were brief
Winter is over
Summer is near
Are we stronger than we believe?