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sábado, novembro 13, 2010

Rodrigo Leão, Coliseu do Porto

LogoRodrigo Leão e eu vou - finalmente.
Muito se espera :)


depois do concerto:

teve uma primeira parte mais «clássica», como:


e uma segunda com canções de mais sucesso comercial, como:



faltou «Rosa», faltou «Deep Blue», mas já teve tanto ;)
Foi de génio, é o que posso dizer. E teve a minha/nossa canção:

sexta-feira, junho 01, 2007

o mundo

não, não vou falar do último álbum de rodrigo leão, embora esse seja um dos trunfos que espero me faça voar de portugal. esta segunda-feira vai ser a loucura: o exame eliminatório para encontrar os novos leitores do instituto camãoes no estrangeiro. eu concorri, como me competia. França, Reino Unido, Moçambique, Marrocos e Egipto são as prioridades. agora até estou mais virado para Marrocos, mas enfim, primeiro é preciso passar na prova. estudei afincadamente os madredeus e rodrigo leão para a parte da cultura. o mundo e deles também - entre os portugueses mais conhecidos estão eles. e tal... como eu também irei para o mundo, se me dexarem.
e a minha tese africana contém agora uma componente asiática muito interessante e inusitada...
e talvez seja este o ano do tão desejado interrail...
e o computador onde estou a escrever é tão lento e tão irritante que por agora chega.
à bien tout

segunda-feira, janeiro 29, 2007

muito bonita... "Rosa" de Rodrigo Leão



hoje o céu está mais azul
eu sinto

fecho os olhos,
mesmo assim
eu sinto o meu corpo estremecer
não consigo adormecer

Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim

é uma espécie de dor

hoje o céu está mais azul
eu sinto
olho à volta,
mesmo assim
eu sinto que este amor vai acabar
e a saudade vai voltar

Amor
nem o tempo vai chegar
pra dizer o quanto eu sinto
você longe de mim

é uma espécie de dor

já não sei o que esperar
dessa vida fugidia
não sei como explicar
mas é mesmo assim o Amor

“Rosa”, Rodrigo Leão: Cinema

domingo, outubro 30, 2011

Desafio: 10

Mês de tudo e muito preenchido, em que se rouba ao sono, à perda de tempo em deslocações e em cozinhar, coisas assim. É assim que se faz. O desafio continua em bom ritmo e parece-me, ainda, que será realizável, assim me ajudem todos os deuses do Olimpo :)
Destaque para Al Berto e sua poesia, e ainda para José Jorge Letria, nos livros. Nos filmes, Melancholia, Little Miss Sunshine e Midnight in Paris foram as melhores novidades ou surpresas. Tempo para rever The Lord of the Rings, agora em versão (mais) longa e para, finalmente, ver os Pirates of the Caribean...
Um sábado foi passado com Kate Winlet, ou antes, com Mildred Pierce - e foi muitíssimo muito bem passado, recomendo :)
Em Braga, entre a muita oferta, aproveitei para ir ver Teatro Menor, uma peça de teatro feita de pequenos quadros reflexivos, filosóficos, metalinguísticos e de que gostei muito, e ainda para voltar a «ouver» Rodrigo Leão e Cinema Ensemble, outra vez - genial.


Livros:

111. O Macaco Gramático, Octavio Paz, DN, 128p.***
112. Caderneta de Cromos Contra-Ataca, Nuno Markl, Objetiva, 236p.*****
113. O Medo, Al Berto, Assírio & Alvim, 704p.****(*)
114. Lunário, Al Berto, Assírio & Alvim, 166p.***
115. Lenha Seca, Costa Andrade, UEA, 84***
116. Arcano Dezenove, Renata Bomfim, Flor de Cultura, 100p.**(*)
117. Contos Impopulares, Agustina Bessa-Luís, Guimarães, 224p.***
118. Bola com Feitiço, Uanhenga Xitu, BI, 80p.***
119. Produto Interno Lírico, José Jorge Letria, Visão, 56p.*****
120. As vozes de Marraquexe, Elias Canetti, Planeta, 140p.*****
121. O Canto da Corvina Preta, Mario Delgado Aparaín/Incidente na Rua 9 Este, Jill Drower, Asa, 48p.****
122. Menina a Caminho, Raduan Nassar, Cotovia, 84p***(*)

Filmes:

208. The Tree of Life, Terrence Malick**(*)
209. Little Miss Sunshine, Jonathan Dayton e Valeria Faris*****
210. Attack the Block, Jor Cornish**
211. Horrible Bosses, Seth Gordon****
212. Drive, Nicolas Winding Refn****
213. The Perfect Host, Nick Tomnay**
214. Ironclad, Jonathan English****
215. Melancholia, Lars Von Trier*****
216. Hitch, Andy Tennant****
217. Sanctum, Alister Grierson***(*)
218. To Save a Life, Brian Baugh**(*)
219. The Back Up Plan, Alan Poul***(*)
220. Everyone's Hero, Colin Brady, Christopher Reeve e Dan St. Pierre***(*)
221. El Estudiante, Roberto Girault*****
222. Orphan, Jaume Collet-Serra****(*)
223. Midnight in Paris, Woody Allen*****
224. Baby Blues, Lars Jacobson e Amardeep Kaleka**
225. L'Affaire Farewell, Christian Carion*****
226. Lissi und der wilde kaiser, Michael Herbig***(*)
227. Pirates of the Caribean: The Curse of the Black Pearl, Gore Verbinski****(*)
228. Pirates og the Caribean: The Dead Man's Chest, Gore Verbinski*****
229. Pirates of the Caribean: At World's End, Gore Verbinski*****
230. Pirates of The Caribean: On Stranger Tides, Rob Marshall****
231. Crazy, Stupid, Love, Glenn Ficarra e John Requa*****
232. Rubber, Quentin Dupieux*(*)
233. Monsters vs Aliens, Rob Letterman et alii****
234. Planet 51, Jorge Blanco et alii*****
em versão «Blu-Ray extended» a trilogia:
235. The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring, Peter Jackson*****
236. The Lord of the Rings: The Two Towers, Peter Jacjson*****
237. The Lord of the Rings: The Return of the King, Peter Jackson***** 
238. Grindhouse - Planet Terror, Robert Rodriguez***(*)
239. Grindhouse - Death Proof, Quentin Tarentino,**(*)
240. $9.99, Tatia Rosenthal****(*)

sábado, outubro 29, 2011

Voltar

houve lugar para «Voltar» na quinta-feira, no Theatro Circo.
voltar a ouvir em presença Rodrigo Leão e o Cinema Ensemble,
voltar a emocionar-me com muitas músicas e muitas canções,
e voltar ao «Voltar», música de amores passados :)



quinta-feira, novembro 25, 2010

Desafio em Novembro


: isto é cada vez mais difícil, o cansaço instala-se e o descanso não tem sido suficiente para que ele desapareça efectivamente dos espaços que me formam enquanto corpo e ser pensante. Quase exaurido, com uma vontade louca de mandar meia dúzia de outros dar uma curva ao bilhar grande e mudar radicalmente de vida. Mas enfim, há laços e compromissos. E o meu compromisso comigo mesmo em ser bom, o melhor possível, dentro dos meus limites (ilimitados), impele-me a continuar a necessidade de ler, ver filmes, teatro (A Cabeça de Baptista, de que não gostei particularmente), séries, concertos (Rodrigo Leão e Cinema Ensemble), coisas dessas. Mas o décimo segundo é-me exigente, o décimo deixa-me desalentado, o terceiro ciclo sabe-me a coisa sem fim que já se viu e não acrescenta. Mas deixemos as lamúrias - nem me interessam de facto, e aqui ficam sugestões de coisas bonitas e boas que vivi este mês. Destaque muito para Mário de Carvalho, de quem já tinha lido Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto e Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde - que adorei ler há uns anos -, e de quem decidi ler os outros oito livros que tinha, e ainda bem que o fiz: ironia, humor, reflexões metalinguísticas e metaliterárias, uma enorme erudição e profundo conhecimento do humano, escrita(s) admirável(eis), mesmo ao meu estilo. Ainda.

Livros:
111. O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana, Mário de Carvalho, Caminho, 264p.***
112. A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Mário de Carvalho, Bis/Leya, 96p.****
113. Fabulário, Mário de Carvalho, Caminho, 128p.***
114. Quatrocentos Mil Sestércios seguido de O Conde Jano, Mário de Carvalho, Caminho, 136p.*****
115. Apuros de Um Pessimista em Fuga, Mário de Carvalho, Caminho, 80p.***
116. Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina, Mário de Carvalho, Caminho, 228p.*****
117. A Sala Magenta, Mário Carvalho, Caminho, 176p.****
118. A Arte de Morrer Longe, Mário de Carvalho, Caminho, 128p.*****
119. Diário da Vida de Um Mocho II, João Lobo, Calígrafo, 172p.**
120. a invenção do amor e outros poemas, Daniel Filipe, Presença, 76p.****


filmes:
190. I Love You, Phillip Morris, Glenn Ficarra e John Requa**** (medinho, Ewan genial)
191. Magnitude Máxima, ???**
192. Scoop, Woody Allen***** (de morrer a rir!)
193. Okuribito - A partida, Yojiro Takita***** (tão belo e comovente)
194. José e Pilar, Miguel Gonçalves Mendes***** (já não tenho mais lágrimas possíveis)
195. Virgin Territory, de David Leland**** (acho bem)
196. Letters to Juliet, de Gary Winick***** (pela beleza de tudo)
197. Harry Potter e os Talismãs da Morte, David Yates***** (óptimo início para o fim)
198. À Noite no Museu 2, Shawn Levy***

séries:
além de continuar (acabou ontem) a ver Chuck, de ver o fim de Sobrenatural, vi de enfiada duas séries estranhas (três temporadas cada), com muitas falhas, mas com pormenores engraçados, Dante's Cove e The Lair. Medinho.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

apaixonado...

A música de Rodrigo Leão instalou-se na minha alma de forma total e amacia o coração. Não tenho os cds todos (só tenho Ave Mundi Luminar (1993), Alma Mater (2000) e Cinema (2004)), embora já tenha umas músicas de O Mundo (2006), gentilmente oferecidas por outrem. Eu já gostava há muito tempo de músicas como Passion, Rosa, Deep Blue, Casa, A Tragédia ou outras, mas agora há uma que não em sai da cabeça e da boca: Voltar. É belíssima. Comprei ontem o álbum Cinema (finalmente), segue-se Portugal, um retrato social, que me parece extraordinário.
pode ver-se em:

e ouvir-se em:
http://www.rodrigoleao.pt/

e ler-se aqui:
Manhã cinzenta
Faz-me chorar
A chuva lembra
O teu olhar
As folhas mortas
Caem no chão
A dor aperta
O coração
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta p’ro meu peito
Daqui não saias mais
Perdi-me amor
P’ra te encontrar
Na solidão
Do teu olhar
No teu olhar
Se perde o meu
Também no mar
Se perde o céu
Quanto eu não daria
Para poder voltar atrás
Volta pro meu peito
Daqui não saias mais

quarta-feira, julho 11, 2007

maravilhas




Com muito aparato (e também algum ridiculismo) lá se fez a eleição das 7 maravilhas de Portugal e do Mundo. Embora não comentando coisas demasiado óbvias, não posso deixar de lamentar a ausência de um monumento do Porto (eu preferia a Igreja de São Francisco, mas os Clérigos são mais emblemáticos, sim), o que demonstra um certo desinteresse do Porto por estas coisas…Eu tinha votado em: Palácio de Mateus de Vila Real (é Vila Real, pronto), Igreja de São Francisco do Porto (fantástica, e é do Porto), Igreja e Torre dos Clérigos (idem), Mosteiro de Alcobaça (pelo gótico e magnificência e por guardar os protagonistas da história de amor mais conhecida em Portugal), o Mosteiro dos Jerónimos (verdadeira obra-prima), o Templo Romano de Évora (mais recordações pessoais e pela herança Romana, ou em alternativa, o Convento de Cristo em Tomar…) e o indiscutível Palácio Nacional da Pena em Sintra (nem preciso de comentar, claro). Os que foram escolhidos não estão mal, embora dois para Lisboa me pareça muito e o Castelo de Guimarães me pareça demasiado valorizado.
Mariza extraordinária, acompanhada por Camané, Rui Veloso e Carlos do Carmo: a real nata da boa música portuguesa (só faltou Rodrigo Leão e os Madredeus).



As sete maravilhas do mundo: a escolha talvez seja mais difícil e mais perspectivas se pudessem levantar sobre elas. A minha votação foi obviamente pensada embora pudessem ter sido outros locais os escolhidos. Votei em: Acrópole de Atenas, Petra na Jordânia, Stonehenge na Inglaterra, Alhambra em Granada, Estátuas da Ilha da Páscoa, Taj Mahal em Agra na Índia, Torre Eiffel em Paris. Indiscutível a importância da Muralha da China, ou de Machu Picchu, mas a Estátua do Cristo Redentor deixa-me muitas dúvidas: e a certeza de que houve um interesse económico-turístico muito forte por detrás por parte dos brasileiros que, como sabemos, são imensos. O Coliseu de Roma também me parece um pouco ridículo, até porque foi a única maravilha da Europa que foi escolhida (eu escolhia quatro… embora pudesse largar a Torre Eiffel), quando a mais representativa do modo de ser europeu e até ocidental é, sem sombra para dúvidas, a Acrópole de Atenas, onde, no fundo, nascemos para a intelectualidade.
Do espectáculo em si, salientam-se os apresentadores, muito simpáticos, os filmes de promoção do pais, a Dulce Pontes com o José Carreras, Alessandro Safina, embora a Jennifer Lopez e Chaka kan (?) me parecessem um pouco deslocadas de tudo aquilo.



Mais uma vez, tal como noutras votações (lembram-se dos Grandes Portugueses?) as escolhas são discutíveis e problematizadas. Ficou a promessa de colocar estes locais nos livros de História e tentar conservá-los. Bem, alguns já têm vantagem: a Acrópole e o Coliseu, pelo menos, já estão nos livros há muitas décadas. Os outros, e daqui até isso ser feito… E não nos esqueçamos que ser nomeado uma das maravilhas do mundo não quer dizer que signifique prevalecer no tempo com existência física (das antigas maravilhas só sobreviveram as pirâmides do Egipto!).





Vêm aí as maravilhas da natureza. Mais um pónei, talvez, mas mesmo assim não deixem de votar. Eu voto!

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Sugestões de Janeiro

Janeiro foi um mês atípico. A viver no Porto por causa do EILC, o tempo não foi muito. Mas aproveitei o comboio aos fins-de-semana e o metro todos os dias para ir lendo. Coisas pequenas (os dois primeiros li na semana antes de começar a trabalhar) para não quebrar muito as leituras... Quanto à música e filmes, ouvi e vi mais, mas estes foram os mais marcantes. Eu sei que não sou muito actualizado, mas no meio de tanta coisa que vai surgindo, como é possível? De qualquer modo, ficam aí sugestões para quem quiser aproveitar, para o bem e para o mal...


Livros:
1 – Bíblia (Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria)

Argumentos: é a Bíblia, não são necessários argumentos. Mas estes livros são dos mais interessantes... *****


2 - Harry Potter e os Talismãs da Morte, J. K. Rowling, Ed. Presença

Argumentos: a imaginação de um mundo alternativo não desilude. É necessário responder a todas as questões pendentes, e criar novas, e responder a estas. O final pode ser estranho, mas se calhar era mesmo necessário. A interligação de todas as coisas está muito interessante, e tem passagens de raciocínio muito interessantes. *****


3 - Porto-Sudão, Olivier Rolin, Asa

Argumentos: «e escrever seria então tentar orquestrar esse puro rumor do caos»p.41 ou «escrever teria sido compor música entre a desordem e o silêncio eterno»p.41. É um livro pequeno de uma grandeza avassaladora. Reflexões sobre a escrita, o amor, África... Dificilmente a ausência e o abandono terão sido escritos com tal força. *****


4 – Platero e Eu, Juan Ramón Jimenéz, Ed. Livros do Brasil

Argumentos: de leitura fácil para dias complicados de metro e autocarros, pequenos textos descritivos ou narrativos, com impressões e aventuras mais ou menos imaginadas. Predomina a tranquilidade e a ternura. «se um dia eu me deitar a este poço, não será para me matar, acredita, mas para agarrar mais depressa as estrelas»p.77. ****


5 – Os Funerais da Mamã Grande, Gabriel García Márquez, Quetzal

Argumentos: «olhou de imediato à sua volta, como para se reconciliar com a solidão»p.122. Sete contos e uma novela curta, passadas em Macondo e na sua região, com personagens e episódios reconhecíveis de uns contos para outros e para outros livros do autor. Muito interessantes, no geral. ****


6 – O que Diz Molero, Dinis Machado, Círculo de Leitores, ed. especial

Argumentos: história fragmentada de um rapaz, suas aventuras e desventuras, viagens e conquistas, dadas por dois discursos a partir de um relatório. Além de uma organização textual inovadora, uma história bem humorada. «quem sou eu para saber qual o peso de sombra necessário para construir a claridade de um verso?»p.104 *****


7 – Poeta Militante I, José Gomes Ferreira, Círculo de Leitores

Argumentos: poesia aparentemente fácil, insatisfeita com a realidade objectiva e com a radizalização interiorizada das suas próprias observações subjectivas, com uma visão muito particular das temáticas abordadas, impõe uma irracionalidade poética única. Destaque ainda para os parêntesis: «(Homens: porque não nasci apenas no espelho,/sem alma deste lado?)»p.53; «E andamos nós, há tantos séculos,/ a iludir a nossa solidão/ com vozes de estrelas»p.290; «A realidade/ não é o que vejo/ mas o que imagino/ para ser verdade»p.321... *****



8 – Balzac e a Costureirinha Chinesa, Dai Sijie, Terramar

Argumentos: história de dois amigos burgueses que têm de ser reeducados e são enviados para um campo numa montanha. Mas descobrem o fascínio dos livros, o amor, o sexo... Não só Balzac, mas a literatura como forma de evasão, formação, libertação, reconstrução de vidas. Também adaptado ao cinema, numa realização do próprio escritor. «Os meus livros preferidos eram os de contos, que nos relatam uma história bem encadeada, com ideias brilhantes e às vezes divertidas, que que nos deixavam sem fôlego, histórias que nos acompanhavam durante toda a vida»p.94 *****


9 – Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez, Tabajara Ruas, Ambar

O narrador/personagem criança vive um Sábado que muda a sua vida e o inicia na idade adulta: «Quando o coração da gente se despedaça em um montão de pedacinhos»p.44, através das responsabilidades do futebol, da descoberta do corpo feminino, da morte do tio perseguido pela justiça... ****


Argumentos: uma série despretenciosa sobre a procura do amor nos lugares mais inesperados. Liderada por Anne Heche e com um elenco bastante interessante, a série alterna os momentos cómicos com momentos de ternura. Uma maneira interessante de começar a noite de sexta, mas, pelos vistos, está a acabar. *****

Música:
Rodrigo Leão.

Argumentos: por tudo - beleza, qualidade, harmonia, capacidade de despertar facilmente sentimentos de paz, melancolia, inquietude. Destaque para, claro, Alma Mater, Cinema e «Voltar» de O Mundo. *****


Cinema:
Expiação

Argumentos: realizado por Joe Wright, com Keira Knightley, James McAvoy, Romola Garai, Brenda Blethyn, Vanessa Redgrave... Adaptação do romance homónimo de Ian McEwan (de quem gosto muito), com uma banda sonora muito interessante, marcada pelas batidas da máquina de escrever, com uma estrutura pouco habitual e relações densas (embora o livro, claro...). Com argumentos para reconhecimento e premiações. *****