- Vai chover.
- Vai tu.
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quarta-feira, fevereiro 15, 2006
terça-feira, fevereiro 14, 2006
vão a:
http://www.t2comvaranda.blogspot.com/
a sério, e vejam a versão primeira de "hung up", agora cantada por Madonna. está demais!
a sério, e vejam a versão primeira de "hung up", agora cantada por Madonna. está demais!
terça-feira, fevereiro 07, 2006
pérola de sabedoria recolhida por um estagiário algures entre porto e leça...
"consciente ou inconscientemente eles pensam que nós..."
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
professores e nós nas notícias...
"Olhar o futuro com pessimismo
Ainda são estagiários, mas como planeiam fazer do ensino o futuro, Susana Duarte e Tiago Aires recebem esta medida com desagrado. Para Susana Duarte, alargar a validade dos concursos «não vai resolver os problemas dos professores». «Quem ficar colocado longe de casa tem que aguentar os três ou quatro anos, porque se desistir perde o lugar». Um problema grave, numa altura em que as colocações já não chegam para todos.
Tiago Aires considera que a medida «é uma faca de dois gumes». «Pode ser benéfica para as escolas e para os professores», mas «quando um professor estiver num sítio onde não quer, acaba por não dar o seu melhor, o que é prejudicial para os alunos».
Métodos de colocação que fazem os futuros professores olhar para o futuro com «pessimismo»".
Tiago Aires considera que a medida «é uma faca de dois gumes». «Pode ser benéfica para as escolas e para os professores», mas «quando um professor estiver num sítio onde não quer, acaba por não dar o seu melhor, o que é prejudicial para os alunos».
Métodos de colocação que fazem os futuros professores olhar para o futuro com «pessimismo»".
in: Professores: alargar concurso é prolongar ausências
2005/12/13, Portugal Diário, IOL, por: Marta Sofia Ferreira e Sara Marques
2005/12/13, Portugal Diário, IOL, por: Marta Sofia Ferreira e Sara Marques
o mar entra pela janela (relação intertextual?????) ;)
"E, às vezes, de súbito, uma gaivota atravessa, sem o quebrar, o vidro dos espelhos”
Sophia de Mello Breyner Andresen, Histórias da Terra e do Mar (p.71)
Sophia de Mello Breyner Andresen, Histórias da Terra e do Mar (p.71)
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
numa aula de 12.º ano...
o mar vasto ao vento
os marineiros num lenho leve
- é duvidoso este tempo,
não havendo quem o teve.
os marineiros num lenho leve
- é duvidoso este tempo,
não havendo quem o teve.
pónei
na estação de s. bento, à espera do comboio. doente. o dia seguinte a uma aula terrível. na véspera da apresentação de um trabalho de seminário.
e só me apetece entrar no comboio e ler sophia. ou quem sabe escrever alguma coisa com interesse...
e só me apetece entrar no comboio e ler sophia. ou quem sabe escrever alguma coisa com interesse...
sexta-feira, janeiro 27, 2006
e pronto...
quinta-feira, janeiro 19, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Outras licenciaturas
Pois é, quem não conseguir entrar em Estudos Sexuais pode entrar numa outra licenciatura bem mais... exigente fisicamente, digamos. cliquem e vejam:
http://pisca-piscadaalma.blogspot.com/
http://pisca-piscadaalma.blogspot.com/
quinta-feira, janeiro 12, 2006
segunda-feira, janeiro 09, 2006
“Certuficado” de virgindade
No arquivo distrital de Viseu existe um documento cuja data não nos foi possível precisar, mas que nos parece ser do início do século XX. É um certificado passado por uma parteira da época, chamada Bárbara Emília, natural de Coira, Viseu, a pedido de uma jovem que pretendia libertar-se da difamação e provar a sua virgindade, para contrair casamento.
O documento dizia assim:
“Eu Bárbara Emília, parteira que sou de Coira, atesto e certufico pela minha onra que Maria de Jesus tem as partes fudengas tal e qual como nasceu, insceto uma spequenas noisas negras junto dos montes da crica que a não serem da nascença sarão porvenientes de marradas de piça.”
Manuel Paula Maça, in Gazeta do Tejo.
;)
O documento dizia assim:
“Eu Bárbara Emília, parteira que sou de Coira, atesto e certufico pela minha onra que Maria de Jesus tem as partes fudengas tal e qual como nasceu, insceto uma spequenas noisas negras junto dos montes da crica que a não serem da nascença sarão porvenientes de marradas de piça.”
Manuel Paula Maça, in Gazeta do Tejo.
;)
Licenciatura em Estudos Sexuais
Nota de Candidatura: 10 valores (mínimo)
Média do ano anterior: 17 valores
Específicas: sem indicação
1.º ano:
Introdução aos Estudos Literários Eróticos I e II
História do Género (1.º sem)
Tipologia do Palavrão (2.º sem)
Kama Sutra I e II
Psicologia do Erotismo e do Sexo I e II
História do Preservativo Masculino (1.º sem)
História do Preservativo Feminino (2.º sem)
Noções e Técnicas de Engate I e II
2.º ano:
Literatura Erótica I e II
Poesia Erótica de Bocage (1. sem)
Poesia Erótica Portuguesa (2.º sem)
Kama Sutra III e IV
A Literatura do Marquês de Sade I e II
Posições I e II
A História da Masturbação I e II
3.º ano:
Literatura Erótica II e III
Internet: pesquisas eróticas I e II
Kama Sutra V e VI
A Literatura do Marquês de Sade III e IV
Posições (e instrumentos) III e IV
Sociologia aplicada aos estudos sexuais (1.º sem)
História dos Sex Shops (2.º sem)
4.º ano:
História da Pornografia I e II
História dos Programas Eróticos na TV I e II
História do Entrar e Sair I e II
Posições (e Locais) VI e VII
Stripptease Prático I e II
O Sexo na Arte ou O Sexo na Cidade, Sexo no Campo (escolher uma)
5.º ano: Estágio “profissional”.
Vagas: 0
Professores: incógnitos
Alunos: a faculdade em peso!
Visitas guiadas todas as sextas feiras:
Sex shops
Clubes nocturnos
Passeios pela Trindade e Rua da Alegria
Nota: curso com muita saída!!!
(feito por mim e Ana verde, numa aula de Latim do primeiro ano – 2002…reformulado em 2006)
Média do ano anterior: 17 valores
Específicas: sem indicação
1.º ano:
Introdução aos Estudos Literários Eróticos I e II
História do Género (1.º sem)
Tipologia do Palavrão (2.º sem)
Kama Sutra I e II
Psicologia do Erotismo e do Sexo I e II
História do Preservativo Masculino (1.º sem)
História do Preservativo Feminino (2.º sem)
Noções e Técnicas de Engate I e II
2.º ano:
Literatura Erótica I e II
Poesia Erótica de Bocage (1. sem)
Poesia Erótica Portuguesa (2.º sem)
Kama Sutra III e IV
A Literatura do Marquês de Sade I e II
Posições I e II
A História da Masturbação I e II
3.º ano:
Literatura Erótica II e III
Internet: pesquisas eróticas I e II
Kama Sutra V e VI
A Literatura do Marquês de Sade III e IV
Posições (e instrumentos) III e IV
Sociologia aplicada aos estudos sexuais (1.º sem)
História dos Sex Shops (2.º sem)
4.º ano:
História da Pornografia I e II
História dos Programas Eróticos na TV I e II
História do Entrar e Sair I e II
Posições (e Locais) VI e VII
Stripptease Prático I e II
O Sexo na Arte ou O Sexo na Cidade, Sexo no Campo (escolher uma)
5.º ano: Estágio “profissional”.
Vagas: 0
Professores: incógnitos
Alunos: a faculdade em peso!
Visitas guiadas todas as sextas feiras:
Sex shops
Clubes nocturnos
Passeios pela Trindade e Rua da Alegria
Nota: curso com muita saída!!!
(feito por mim e Ana verde, numa aula de Latim do primeiro ano – 2002…reformulado em 2006)
quinta-feira, janeiro 05, 2006
saudades?
o curso foi há pouco tempo e já tenho saudades de algumas coisas que este pónico novo curso acentua por ser tão incrivelmente mau, estúpido e desorganizado.
Portanto, saudades de coisas tão básicas como ouvir alguém a falar de coisas que têm o mínimo interesse, mesmo que não sejam abordadas da melhor maneira...
Dos cadernos de capa preta cujas últimas páginas eram azuladas com desenhos, comentários mauzinhos (ou não) sobre profs e não só... e ataques de riso incontroláveis por eles provocados... Dos conselhos sempre tão (in)úteis como "comprem a Magazine Litteraire, no aeroporto de Paris..."
ou
Ou dos "não necessariamente", das participações orais tipo maçã (redondas e escorregadias) nas aulas de Literatura Brasileira, ou da necessidade tremenda de bater com a cabeça na parede por se estar a ouvir a mesma coisa, na mesma aula, pela 567ª vez...
Ou das garrafas de água sugadas pela sabedoria assustadora (quem diria!)
E se a saudade é uma coisa tão estúpida como o ter de olhar para trás com algum sentimento de perda e de desejo de regressar... então...
sexta-feira, dezembro 16, 2005
férias....
elas estão aí, desejadas, muito necessitadas. e continuaremos a estudar e a trabalhar, mas é diferente. não ouviremos professores nem perguntas como "quem é o espaço?"....
pausa para ser. pausa para repensar a bidinha. ///////////////////////////////////
/////////////////////////////////////////(achei giro por isto aqui). e pausa para ler!!!
e tal e coisa, deixemo-nos de póneis.
pausa para ser. pausa para repensar a bidinha. ///////////////////////////////////
/////////////////////////////////////////(achei giro por isto aqui). e pausa para ler!!!
e tal e coisa, deixemo-nos de póneis.
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Livros para as férias ou para o próximo ano...
Pois é, as férias estão aí, há mais tempo (ou não) para pôr a leitura em dia. aqui ficam algumas sugestões, que são baseadas nas minhas leituras desde Julho deste ano até o presente mês. Obviamente, a lista diz respeito apenas aos melhores, por ordem de leitura:
1. Eles Eram Muitos Cavalos - Luiz Ruffato
2. A Criança no Tempo - Ian McEwan
3. Morreste-me - José Luís Peixoto
4. Ana Karenine - Tolstoi
5. O Jovem Torless - Robert Musil
6. No Antigamente, na Vida - Luandino Vieira
7. A Terceira Rosa - Manuel Alegre
8. O Manual dos Inquisidores - António Lobo Antunes
9. O Jogador - Dostoievski
10. Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Márquez
11. O Ano da Morte de Ricardo Reis - José Saramago
12. A Guerra do Tabuleiro de Xadrez - Manuel António Pina
13. Histórias com Juízo - Mário Castrim
14. Antigas e Novas Andanças do Demónio - Jorge de Sena
15. O Físico Prodigioso - Jorge de Sena
16. O Dia dos Prodígios - Lídia Jorge
17. Ficções - almada Negreiros
Nota: os que estão a azul são mesmo imperdíveis!
1. Eles Eram Muitos Cavalos - Luiz Ruffato
2. A Criança no Tempo - Ian McEwan
3. Morreste-me - José Luís Peixoto
4. Ana Karenine - Tolstoi
5. O Jovem Torless - Robert Musil
6. No Antigamente, na Vida - Luandino Vieira
7. A Terceira Rosa - Manuel Alegre
8. O Manual dos Inquisidores - António Lobo Antunes
9. O Jogador - Dostoievski
10. Cem Anos de Solidão - Gabriel Garcia Márquez
11. O Ano da Morte de Ricardo Reis - José Saramago
12. A Guerra do Tabuleiro de Xadrez - Manuel António Pina
13. Histórias com Juízo - Mário Castrim
14. Antigas e Novas Andanças do Demónio - Jorge de Sena
15. O Físico Prodigioso - Jorge de Sena
16. O Dia dos Prodígios - Lídia Jorge
17. Ficções - almada Negreiros
Nota: os que estão a azul são mesmo imperdíveis!
terça-feira, dezembro 06, 2005
texto escrito durante uma aula. chamei-lhe "Monólogo"...
As rosas viviam brancas por entre as folhas e arbustos. Uma rara brisa acariciava papoilas e passarinhos voavam tranquilamente. Havia no ar um vago som de uma flauta. Erecto, o corpo do jovem baloiçava-se ao som dessa música que nostalgiava. E as suas pernas azuis claras eram o pêndulo de um relógio calmo.
De repente, o som mágico parou. O corpo estava encostado a uma árvore, pacificado, sonolento. Não se apercebeu que, por detrás da colina, de onde provinha a melodia que cessara, uma pastora, que guardava seus rebanhos, gritava de desespero, tentando fugir à futura e terrível violação. Um homem de desejos possantes agarrou-a, roçou-se nela, forçando a sua interioridade e, satisfeito, abandonou-a dobrada sobre si, arrancando cabelos e a pele do ventre, que vem agarrada às roupas rasgadas.
Debaixo da árvore, as pernas azuis ganharam agilidade e o corpo anda. Era tão belo como uma maçã polida. Caminhou pela encosta, desce ao rio. Despiu a roupa e a sua brancura marmórea molhou-se. Nada, de costas, ainda, contemplando o mundo, como se tudo estivesse certo e o mundo fosse um lugar de coisas boas.
De repente, o som mágico parou. O corpo estava encostado a uma árvore, pacificado, sonolento. Não se apercebeu que, por detrás da colina, de onde provinha a melodia que cessara, uma pastora, que guardava seus rebanhos, gritava de desespero, tentando fugir à futura e terrível violação. Um homem de desejos possantes agarrou-a, roçou-se nela, forçando a sua interioridade e, satisfeito, abandonou-a dobrada sobre si, arrancando cabelos e a pele do ventre, que vem agarrada às roupas rasgadas.
Debaixo da árvore, as pernas azuis ganharam agilidade e o corpo anda. Era tão belo como uma maçã polida. Caminhou pela encosta, desce ao rio. Despiu a roupa e a sua brancura marmórea molhou-se. Nada, de costas, ainda, contemplando o mundo, como se tudo estivesse certo e o mundo fosse um lugar de coisas boas.
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