21h35 – Convidadas: Inês Pedrosa e Patrícia Reis
22h30 – «Tudo o que te dou», Pedro Abrunhosa - Raquel Guimarães, Carolina Gomes, Teresa Lacerda - 11.º A
Apresentadores: Joana Barros (12.º D) e João Louro (12.º B).
17. O que vai acontecer?, José Alberto Oliveira, Assírio & Alvim, 112p.**
18. O Instante da Minha Morte, Maurice Blanchot, Campo das Letras, 32p.***
19. A Génese do Amor, Ana Luísa Amaral, Campo das Letras, 64p.****
20. Missa in Albis, Maria Velho da Costa, Planeta deAgostini, 466p.*****
21. Um Homem Singular, Christopher Isherwood, Quetzal, 160p.****
22. A Função do Geógrafo, Rui Coias, Quasi, 48p.**
23. Indignai-vos!, Stéphane Hessel, Objectiva, 52p.****
24. Davy Crockett, Enid Lamonte Meadowcroft, JN/DN, 96p.***
25. A Laranja Mecânica, Anthony Burgess, Planeta, 160p. ****
26. O Contrabaixo, Patrick Süskind, DN/JN, 96p.*****
filmes:
49. La vie en rose, Olivier Dahan***
50. Paris, je t'aime, (vários)*****
51. Lucky Luke, James Huth****
52. A Zona, Sandro Aguilar**
53. A Outra Margem, Luís Filipe Rocha*****
Topografias em quase dicionário
(...)
Não interessa onde
estou
Diz-se que os gregos
tinham cinco formas para falar
de amor.
Nós temos uma só, onde não cabe
o quase paradoxo
de que amor é tudo o que dele sabemos.
Nada mais.
(...)
Não sei se os gregos tinham várias
formas para falar da morte,
nem mesmo sei se o amor
foi buscar alguma dessas formas
para se definir
Há literatura que fala do que está
a montante do amor,
mas não lhe está - eros, tanatos,
a sua ligação, o seu estar-
entre-estar
(...)
(imagem retirada daqui)

«14 de Janeiro», Wordsong a partir de Al Berto
porque hoje o é - e inacreditavelmente, apesar de continuar a adorar, precisamente hoje, não me identifico muito... estou contentinho hoje, tenho de fazer um esforço para mudar isso!
visto no Felizes Juntos, mas não resisto a pôr por cá também :)
somos ou não geniais? (nós, os gatos, entenda-se)
Foi ontem. Momento favorito acima, «Canção da Canção Triste».
Gosto dele também aqui, «Ouvi Dizer«, ainda nos Ornatos Violeta. Tem qualquer coisa lembra Radiohead ou é só impressão minha? E a melhor música dos Da Weasel, para mim, é «Casa», também com ele, claro. Ainda assim, algo faltou - ou sobejou - ontem.
em forma de remix, já que o original não aparece aqui (a não ser ao vivo, e não gosto tanto do vocal). atenção especial à última estrofe. linda.
Deserto
Império do Sol
Tão perto
Império do Sol
Prova dos nove
Da solidão
Cega miragem
Largo clarão
Livre prisão
Sem a menor aragem
Sem a menor aragem
Que grande mar
De ondas paradas
Que grande areal
De formas veladas
Vitória do espaço
Imensidão
Ponto de fuga
Ampliação
Livre prisão
Anfitrião selvagem
Anfitrião selvagem
No deserto
Ouço o fundo da alma
E, se a areia está calma,
O bater do coração
É que tanto deserto
Tão de repente
Faz-me pensar
Que o deserto sou eu
Se não me vieres buscar
Carlos Maria Trindade
imagem vista aqui
regresso 3 (25/01)
desisto...
«Midnight Swim», Javier Navarrete (ost Cracks)
2011 aproxima-se.
tempo de fazer votos, promessas, compromissos
todos eles de vidro, mais cedo ou mais tarde.
saibamos vivê-lo bem
e a meia-noite sirva ao menos como símbolo para uma vida melhor.
sem medos, como quando se mergulha de olhos abertos.
é o que desejo para todos nós.


Mariah Carey, Christmas time is in the air again (ao vivo)
Mariah Carey, When Christmas Comes (ao vivo, inc.)


(espécie de mensagem em vice-versa, em desistência momentânea, na belíssima voz de Alexi Murdoch, em canção do filme Away we go)