sexta-feira, junho 17, 2011
Os resistentes - o 12.ºD
sábado, junho 11, 2011
2 poemas de Natércia Freire
O sol e o mar recolhem-se na infância
De áridas terras e de casas frias.
São um ser que já foi, nessa distância,
De estar no Tempo em praias de outros dias.
Por dentro, é a penumbra do casulo,
Cerrado à luz na expectativa informe.
Se vou nascer - a vida não regulo;
Se vou morrer - a morte ainda não dorme.
Tinha histórias de espectros para contar,
Labirintos de seda para correr.
Tudo o que foi o inverno do luar,
Numa cidade de água a amanhecer...
*****
Guerra
São meus filhos. Gerei-os no meu ventre.
Via-os chegar, às tardes, comovidos,
nupciais e trementes
do enlace da Vida com os sentidos.
Estiveram no meu colo, sonolentos.
Contei-lhes muitas lendas e poemas.
Às vezes, perguntavam por algemas.
Respondia-lhes: mar, astros e ventos.
Alguns, os mais ousados, os mais loucos,
desejavam a luta, o caos, a guerra.
Outros sonhavam e acordavam roucos
de gritar contra os muros que há na Terra.
São meus filhos, gerei-os no meu ventre.
Nove meses de esperança, lua a lua.
Grandes barcos os levam lentamente..
2 poemas de Alice Vieira
é claro que sei passar os dedos devagar pelo teu corpo
é claro que sei esperar por ti
é claro que sei as palavras mesmo que as não diga
é claro que sei fechar as janelas às armadilhas
- mas quando entre os ruídos da noite
terça-feira, maio 31, 2011
Desafio: 05
Livros:
41. O Prazer da Leitura (2011), vários, Teodolito/FNAC, 122p.*****
42. Não Te Deixarei Morrer, David Crockett, Miguel Sousa Tavares, Bis/Leya, 192p.*****
43. Teoria da viagem (uma poética da geografia), Michael Onfray, Quetzal, 128p.*****
44. Onde Estás, Fátima Rolo Duarte, Oficina do Livro, 140p.**
45. Leandro, Rei da Helíria, Alice Vieira, Caminho, 116p.*****
46. Entre lençóis, Cândido de Figueiredo, Tinta da China, 120p.***
47. O pauzinho do matrimónio, Anónimo, Tinta da China, 176p.***
48. 351 Tisanas, Ana Hatherly, Quimera, 132p.***
49. O Mestre, Ana Hatherly, Quimera, 136p.***
50. Que paisagem apagarás, Urbano Bettencourt, Publiçor, 192p.****
51. O Nu na Antiguidade Clássica, Sophia de Mello Breyner Andresen, Caminho, 130p.*****
Filmes:
81. Predators, Nimród Antal***(*)
82. Megamind, Tom McGrath***(*)
83. Holy Water, Tom Reeve****(*)
84. Wild Target, Jonathan Lynn****
85. A maior flor do mundo, Juan Pablo Etcheverry*****
86. Dia Triunfal, Rita Nunes****(*)
87. Uncertanty, Scott McGehee e David Siegel****
88. Buried, Rodrigo Cortés****
89. Winter's Bone, Debra Granik***(*)
90. Monsters, Gareth Edwards****
91. Monster House, Gil Kenan*****
92. 9 Songs, Michael Winterbottom**
domingo, maio 29, 2011
Stomp no Porto
domingo, maio 22, 2011
IV Sarau Cultural
21h35 – Convidadas: Inês Pedrosa e Patrícia Reis
22h30 – «Tudo o que te dou», Pedro Abrunhosa - Raquel Guimarães, Carolina Gomes, Teresa Lacerda - 11.º A
Apresentadores: Joana Barros (12.º D) e João Louro (12.º B).
terça-feira, maio 10, 2011
Deolinda, outra vez
«só resta esperar...»
sábado, abril 30, 2011
Rabbit Hole e Never Let Me Go
quinta-feira, abril 21, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
Desafio: 04
Livros:
27. As Magias, Herberto Helder, Assírio & Alvim, 80p.**
28. A Quinta dos Animais, George Orwell, Antígona, 160p.***
29. D’este viver aqui neste papel descripto. Cartas de guerra, António Lobo Antunes, D. Quixote, 432p.*****
30. Memória de Elefante, António Lobo Antunes, Booket, 192p.****
31. Auto dos Danados, António Lobo Antunes, RBA, 272p.*****
32. A Morte de Carlos Gardel, António Lobo Antunes, D. Quixote, 394p.****
33. As Naus, António Lobo Antunes, D. Quixote, 192p.***
34. Terceiro Livro de Crónicas, António Lobo Antunes. D. Quixote, 292p.*****
35. Resumo – a poesia em 2010, Assírio & Alvim, 184p.****
36. Fernando Pessoa, João Gaspar Simões, Texto Editores/Expresso, 112p.***
37. Luz Indecisa, José Mário Silva, Visão, 52p.****
38. Uma Aventura na Ilha de Timor, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Caminho, 234p.***
Filmes:
54. Paris, Cédric Klapisch*****
55. Gru, Pierre Coffin e Chris Renaud*****
56. Katalin Varga, Peter Strickland****
57. Sophia de Mello Breyner Andresen, João César Monteiro****
58. Sinais de Fogo, Luis Filipe Rocha****
59. True Grit, Ethan e Joel Cohen****(*)
60. Drillbit Taylor, Steven Brill**(*)
61. Opera n.º1, Hal Hartley***
62. Relatório Kinsey, Bill Condon*****
63. The Aviator, Martin Scorsese***(*)
64. Somewhere, Sofia Coppola***
65. The Virgin Suicides, Sofia Coppola*****
66. Just Visiting, Jean-Marie Poiré***
67. Never Let Me Go, Mark Romanek*****
68. Nights in Rodanthe, George C. Wolfe***
69. Carriers, David Pastor e Alex Pastor****
70. Hot Fuzz, Edgar Wright*****
71. Tudo sobre a minha Mãe, Pedro Almodóvar*****
72. Burke & Hare, John Landis*****
73. Rabbit Hole, John Cameron Mitchell*****
74. Smiley Face, Gregg Araki***(*)
75. The last house on the left, Dennis Iliadis***(*)
76. The Resident, Antti Jokinen***
77. Princess of Thieves, Peter Hewitt***(*)
78. Embargo, António Ferreira****
79. Wake Wood, David Keating****
80. Four Lions, Christopher Morris****
terça-feira, abril 12, 2011
já um mês depois (ainda sem as fotos)
Vitória de Samotrácia, no Louvre
Pese não correr aqui o vento
conservas a pose e o gesto
e nada em ti se altera com o tempo.
domingo, abril 03, 2011
terça-feira, março 29, 2011
Desafio: 03
17. O que vai acontecer?, José Alberto Oliveira, Assírio & Alvim, 112p.**
18. O Instante da Minha Morte, Maurice Blanchot, Campo das Letras, 32p.***
19. A Génese do Amor, Ana Luísa Amaral, Campo das Letras, 64p.****
20. Missa in Albis, Maria Velho da Costa, Planeta deAgostini, 466p.*****
21. Um Homem Singular, Christopher Isherwood, Quetzal, 160p.****
22. A Função do Geógrafo, Rui Coias, Quasi, 48p.**
23. Indignai-vos!, Stéphane Hessel, Objectiva, 52p.****
24. Davy Crockett, Enid Lamonte Meadowcroft, JN/DN, 96p.***
25. A Laranja Mecânica, Anthony Burgess, Planeta, 160p. ****
26. O Contrabaixo, Patrick Süskind, DN/JN, 96p.*****
filmes:
49. La vie en rose, Olivier Dahan***
50. Paris, je t'aime, (vários)*****
51. Lucky Luke, James Huth****
52. A Zona, Sandro Aguilar**
53. A Outra Margem, Luís Filipe Rocha*****
sábado, março 26, 2011
Confusão esclarecida
quinta-feira, março 24, 2011
um poema de Rui Coias
Agora que regressamos é nisto que penso
enquanto fazemos sinais uns para os outros com as luzes
dos carros, na rápida estrada, ao anoitecer.
Olha-se devagar para a vida e sobretudo assim
damos conta dos silêncios,
dos nomes devolvidos ao tão de leve silêncio.
A casa vincada pela névoa, a
aldeia imobilizada ao passearmos em grupos,
o café que me conforma quando o recebo entre as mãos.
Como dizer que são estas as mais secretas regiões da alma
a que voltamos sempre
nos maiores frios de dezembro?
Se de repente dizem que estamos a uma eternidade
frágil dos dias inquietos,
cruzas uma palma da mão sobre a outra e olhas para as
unhas, rindo de quando em vez para mim, que fico tão feliz.
e no regresso, quando os sobressaltos se repetem
e anoitece nas estradas vazias e o mundo adormece,
há uma solidão que estremece as bermas e nos aflige debaixo da
língua, como uma chuva miudinha.
Como falar depois da tua inclinada casa a meu lado
e do recanto mais longínquo dos pinhais?
Como acreditar que o tempo não tratá aos olhos a maior
solidão
em que ficámos?
segunda-feira, março 21, 2011
Primavera e Poesia ou como fazer dois em um :)
«Primavera», David Mourão-Ferreira, Mariza
«Poetas», Florbela Espanca, Mariza
domingo, março 20, 2011
acordo ortográfico
(a partir de agora em diante, com o AO em mente, espero)
quinta-feira, março 17, 2011
Japão e os eixos do mundo
o eixo da terra também, em 10 cm.
sexta-feira, março 11, 2011
três poemas de David Mourão-Ferreira
Mal fora iniciada a secreta viagem,
um deus me segredou que eu não iria só.
Por isso a cada vulto os sentidos reagem,
supondo ser a luz que o deus me segredou.
**
Itinerário Grego
I
Há sempre na vigia uma ilha que oscila
entre a gola do Mar e o turbante do céu
Mas de todas somente a que se chama Ítaca
parece a rapariga à espera de eu ser eu
***
Os Sinais
I
Olhar de frente o Sol Assim se aprendem
as letras iniciais da Solidão
David Mourão-Ferreira, Obra Poética, Lisboa: Presença, 1988: 27, 210, 251
excerto de um poema de Ana Luísa Amaral
Topografias em quase dicionário
(...)
Não interessa onde
estou
Diz-se que os gregos
tinham cinco formas para falar
de amor.
Nós temos uma só, onde não cabe
o quase paradoxo
de que amor é tudo o que dele sabemos.
Nada mais.
(...)
Não sei se os gregos tinham várias
formas para falar da morte,
nem mesmo sei se o amor
foi buscar alguma dessas formas
para se definir
Há literatura que fala do que está
a montante do amor,
mas não lhe está - eros, tanatos,
a sua ligação, o seu estar-
entre-estar
(...)
sexta-feira, março 04, 2011
Mensagem
Não prometo que não aconteça :)
Encontro marcado com a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, a Padeira de Tanagra... (e outras damas do mesmo teor - nem todas mutiladas) e até com o Antínoo!
para além da Amélie, do Moulin, dessas coisas que todos sabemos ;)
quarta-feira, março 02, 2011
3 poemas de Mário Rui de Oliveira
(imagem retirada daqui)Um Amigo
Num daqueles dias de outono, em que nos queima a vermelha labareda das folhas, um amigo pedia que lhe contasse uma história. «Salva-me a vida, conta-me uma história». E eu recordei aquela mulher das Mil e Uma Noites, que encadeava, com doçura e desespero, uma história na outra, pois ó a história infinita nos permite escapar à maldição da morte.
Os monges do deserto, esses que chegam da vigília do silêncio, diante de um cesto, escolhem os frutos mais apodrecidos. Gestos assim podem parecer-nos insignificantes, até indiferentes, mas, na realidade, revelam aqueles que os cumprem. Os santos sentem-se indignos de receber e preferem reservar, aos outros, o melhor. «Para eles, somente a visão perfumada dos pomares.
Mário Rui de Oliveira, O Vento da Noite, Lisboa: Assírio & Alvim: 20, 29, 31
domingo, fevereiro 27, 2011
Poema das evidências
as ruas em que nos perdemos.
A gaivota na pedra
nada diz da minha condição.
A solidão é menor
quando me estendo ao sol.
Desafio: 02
livros:
11. Obra Poética, David Mourão-Ferreira, Presença, 428p.***
12. O Bebedor Nocturno, Herberto Helder, Assírio & Alvim, 192p.****
13. A Biblioteca, Zoran Živiković, Cavalo de Ferro, 104p.*****
14. Medeia, recriação poética da tragédia de Eurípides, Sophia de Mello Breyner
Andresen, Caminho, 80p.*****
15. Razões de Coração, Álvaro Guerra, Planeta deAgostini, 312p.****
16. O Vento da Noite, Mário Rui de Oliveira, Assírio & Alvim, 56p.*****
filmes:
outros:
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
artigos, comunicações, participações...
em andamento para sair:
«As Fúrias em "sede absurda de ruína": espaços em Agustina Bessa-Luís»
TENREIRO, Francisco e ANDRADE, Mário Pinto de (org.),Poesia Negra de Espressão Portuguesa, Vila Nova de Cerveira: Nóssomos, 2012, 20p.
«Eu quero escrever coisas verdes» - o projeto poético de Arlindo Barbeitos
«Mia Couto: a escrita sobre a mulher, essa canoa, ilha, leoa e tudo o resto» - CLEPUL
«Efeitos da repetição na poesia de João-Maria Vilanova e de Arlindo Barbeitos»
A poesia de João de Araújo Correia
Séchu Sende (Diário do Minho)
Roberto Vidal Bolaño (Diário do Minho)
25. «Arlindo Barbeitos como leitor dos poetas da "Mensagem"» - Colóquio Internacional A Modernidade nas Literaturas Africanas em Língua Portuguesa: António Jacinto e a sua época, CLEPUL - Universidade de Lisboa, novembro de 2013.
21. «Manuel Rivas - a palavra, como a estrela cadente, tem algum poder» - «Diário do Minho - Suplemento Cultural», 4 de setembro de 2013.
20. «Álvaro Cunqueiro - mil e um mundos a partir da Galiza» - «Diário do Minho - Suplemento Cultural», Braga, 26 de junho de 2013.
19. «Arlindo Barbeitos», Colóquio «Tinha Paixão», Porto, junho 2013.
18. «A construção da voz poética de Arlindo Barbeitos: as interferências/afinidades orientas», «Forma Breve 9: Conto Interpolado», Universidade de Aveiro, dezembro de 2012.
17. «"Nunca escrevi versos que não fossem de amor": a metapoesia de Rui Knopfli», Colóquio Poesia "ao espelho, vendo-se, pensando-se". Poesia e autorreflexividade, Universidade de Évora, dezembro 2012.
16. «VIEIRA, Arménio. MITOgrafias - recensão crítica», «Navegações» - vol. 5 n.º1, jan/jun 2012.
13. «Eu Vim para Ver a Terra, de Maria Ondina Braga: a construção do mundo pela crónica», «Forma Breve 8: A Crónica», Universidade de Aveiro, dezembro 2010.
11. «Vieira, Arménio. O Poema, a Viagem, o Sonho (poesia) – recensão crítica», «Navegações» - vol.3 no.1, jan/jun 2010.
10. «Diferentes véus de Penélope ou o tempo é tecido/o tecido do tempo», Colóquio Rostos e Narrativas no Feminino: imagens da antiguidade clássica, FACFIL Braga, maio de 2010 [Sophia, Manuel Alegre, Daniel Faria, Casimiro de Brito,...] (disponível na «Revista Portuguesa de Humanidades - Estudos Literários», Faculdade de Filosofia da U.C.P., Braga, 2010, vol.14-2).
9. «Esse humano que foi como um deus grego: Antínoo entre eros e thanatos na poesia portuguesa», «Forma Breve 7: Homografias: Literatura e homoerotismo», Universidade de Aveiro, dezembro 2009 [Sophia, Albano Martins, Pedro Tamen, Fernando Pessoa,...].
8. Arlindo Barbeitos: poética da concisão, dissertação de mestrado – FLUL, setembro de 2009.
7. «Medo e coragem: travessias em Grande Sertão: Veredas», «Cadernos de Estudos Brasileiros, n.º2», FLUL, setembro de 2009.
6. «Arquitecturas do Abandono: espaço-tempo, ruína e memória em O Outro Pé da Sereia de Mia Couto», «Revista África e Africanidades» – Ano I – n.º 4, fevereiro de 2009.
5. «”O Embondeiro que sonhava pássaros” de Mia Couto: descrição de uma poeticidade», «Forma Breve 6: O Conto em Língua Portuguesa», Universidade de Aveiro, dezembro 2008.
4. «Em Demanda das Santas do Corpo», VIII Encontro de Estudos de Literaturas de Língua Portuguesa, Universidade de São Paulo, outubro de 2008. [sobre personagens de Eça de Queirós, Raul Brandão e Natália Correia]
3. «Mundos Encostados: Conflito Entre Tradição e Modernidade em Parábola do Cágado Velho de Pepetela», «Revista África e Africanidades» - Ano I – n.º 2, agosto de 2008.
2. «Os direitos e as leis em Os Dois Irmãos de Germano Almeida e Quantas Madrugadas tem a Noite de Ondjaki, Mundos em Diálogo - Colóquio Direito e Literatura – FLUL, fevereiro de 2008 (disponível em edição homónima da Almedina, 2010).
1. «Sophia “do outro lado do mar”», IV Congresso Português de Literatura Brasileira: O Porto e o Brasil – FLUP, novembro de 2005.
terça-feira, fevereiro 22, 2011
O Bebedor Nocturno
Conhecem-me os cavalos e a noite e os desertos
traiçoeiros e a guerra e as feridas e o papel e a pena.
*
Nascemos para o sono
Nascemos para o sono,
nascemos para o sonho.
Não foi apenas para viver que viemos sobre a terra.
Breve apenas seremos erva que reverdece:
verdes os corações e as pétalas estendidas.
Porque o corpo é uma flor muito fresca e mortal.
*
Conduz o teu cavalo sobre o fio de uma espada,
oculta-te como puderes no meio das labaredas.
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
A.
terça-feira, fevereiro 15, 2011
O Conto dos Três Irmãos
domingo, fevereiro 13, 2011
Porque há mais e há regressos e homens extraordinários como o Colin Firth
«Coming back around», de John Powell, de OST How to train tour dragon (filme de Dean Deblois e Chris Sanders, merecia melhor filme de animação). Ótima canção, com excelente vídeo aqui.
«Fear and suspicion», de Alexandre Desplat, de OST The King's Speech (filme de Tom Hooper) - menos extraordinária a música, mas brilhantes interpretações!
sábado, fevereiro 12, 2011
Tempo dentro de um sonho
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Dança Folclórica da China
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Não sei se chore, não sei se ria________ ou ___________ o post das antíteses...
domingo, janeiro 30, 2011
Desafio: 01
livros:
1. Romance do Grande Gatão, Lídia Jorge, D. Quixote, 46p.*****
2. Antologia, Arnaldo Antunes, Quasi, 264p.*****
3. Primeira Antologia de Micro-Ficção Portuguesa, Rui Costa e André Sebastião, Exodus, 144p.****
4. A Catedral do Mar, Ildefonso Falcones, Bertrand, 832p.*****
5. Marina, Carlos Ruiz Zafón, Planeta, 260p.*****
6. Superfície. Toda Poesia, Maria Ângela Alvim, Assírio & Alvim, 160p.**
7. Noites Brancas, Fédor Dostoievski, Europa-América, 144p.****
8. A Caminho de Santiago, Ana Saldanha, Caminho, 92p.***
9. O Pobre de Santiago, Graça Pina de Morais, Antígona, 168p.****
10. Pessoa, Wordsong, 101 noites, 112p.****
filmes:
1. Corrida para a Montanha Mágica, Andy Fickman***
2. Anjos e Demónios, Ron Howard****
3. Adaptation, Spike Jonze****
4. O Dia em que a Terra Parou, Scott Derrickson***
5. Capote, Bennett Miller****
6. Micmacs, Jean-Pierre Jeunet*****
7. Frozen, Adam Greene***(*)
8. Run! Bitch Run!, Joseph Guzman*
9. Not Forgotten, Bror Soref*
10. Ligeia, Michael Staininger**
11. Nine Dead, Chris Shadley***
12. Sherlock Holmes, Guy Ritchie****
13. A Town Called Panic, Stéphane Aubier e Vincent Patar****
14. Vertige, Abel Ferry***(*)
15. Trick'r Treat, Michael Dougherty***
16. The Unborn, David S. Goyer***
17. The Reeds, Nick Cohen***(*)
18. Legion, Scott Charles Stewart****
19. Os Amores de Astrea e Celadon, Eric Rohmer****
20. Red Victoria, Tony Brownrigg***(*)
21. Doghouse, Jake West****
22. All the Boys Love Mandy Lane, Jonathan Levine***
23. How to Train Your Dragon, Dean DeBlois e Chris Sanders*****
24. Centurion, Neil Marshale***(*)
25. Prince of Persia: the sands of time, Mike Newell****
26. Terra Sonâmbula, Teresa Prata****
27. Clash of Titans, Louis Leterrier****(*)
28. Percy Jackson and the olimpians, Chris Columbus***(*)
29. Vantage Point, Pete Travis***(*)
30. Cairo Time, Ruda Nadda*****
31.The Road, John Hillcoat****(*)
32. 9, Shane Acker****(*)
33. Shortbus, John Cameron Mitchell***
34. Sete dias e uma vida, Stephen Herek***
outros:
mini-série Sherlock (RTP2)*****
teatro: Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente, Salomé, de Oscar Wilde****
concerto: Manuel Cruz - Foge Foge Bandido
sexta-feira, janeiro 28, 2011
Originalidade e Demência
terça-feira, janeiro 25, 2011
O Desterrado
Nada em ti se exagera ou falta
Os dedos são texto à margem
Um segredo te concedo:
domingo, janeiro 23, 2011
2 poemas de Maria Ângela Alvim

sexta-feira, janeiro 14, 2011
14 de Janeiro
«14 de Janeiro», Wordsong a partir de Al Berto
porque hoje o é - e inacreditavelmente, apesar de continuar a adorar, precisamente hoje, não me identifico muito... estou contentinho hoje, tenho de fazer um esforço para mudar isso!
quinta-feira, janeiro 13, 2011
ocupar os tempos livres com genialidade
visto no Felizes Juntos, mas não resisto a pôr por cá também :)
somos ou não geniais? (nós, os gatos, entenda-se)
Manuel Cruz - Theatro Circo - Braga
Foi ontem. Momento favorito acima, «Canção da Canção Triste».
Gosto dele também aqui, «Ouvi Dizer«, ainda nos Ornatos Violeta. Tem qualquer coisa lembra Radiohead ou é só impressão minha? E a melhor música dos Da Weasel, para mim, é «Casa», também com ele, claro. Ainda assim, algo faltou - ou sobejou - ontem.
segunda-feira, janeiro 10, 2011
O deserto, Mariza
em forma de remix, já que o original não aparece aqui (a não ser ao vivo, e não gosto tanto do vocal). atenção especial à última estrofe. linda.
Deserto
Império do Sol
Tão perto
Império do Sol
Prova dos nove
Da solidão
Cega miragem
Largo clarão
Livre prisão
Sem a menor aragem
Sem a menor aragem
Que grande mar
De ondas paradas
Que grande areal
De formas veladas
Vitória do espaço
Imensidão
Ponto de fuga
Ampliação
Livre prisão
Anfitrião selvagem
Anfitrião selvagem
No deserto
Ouço o fundo da alma
E, se a areia está calma,
O bater do coração
É que tanto deserto
Tão de repente
Faz-me pensar
Que o deserto sou eu
Se não me vieres buscar
Carlos Maria Trindade
domingo, janeiro 09, 2011
Azul
imagem vista aquiquarta-feira, janeiro 05, 2011
o anti-epopeias portuguesas
voltarei a este post em breve
regresso 1 (09/01)
regresso 3 (25/01)
desisto...
sábado, janeiro 01, 2011
O Amor
sexta-feira, dezembro 31, 2010
Desejo de meia-noite
«Midnight Swim», Javier Navarrete (ost Cracks)
2011 aproxima-se.
tempo de fazer votos, promessas, compromissos
todos eles de vidro, mais cedo ou mais tarde.
saibamos vivê-lo bem
e a meia-noite sirva ao menos como símbolo para uma vida melhor.
sem medos, como quando se mergulha de olhos abertos.
é o que desejo para todos nós.
Pensamento mais ou menos luxurioso
quando nos trocam os nomes
e nos pensam o mesmo?
Que será do teu quando me desp(ed)ir em morte?



