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terça-feira, agosto 18, 2009

Sabores

A taste it é um projecto interessante sobre o significado do Sabor. E para isso, pedem a cada um uma palavra que o defina. Bora lá preencher aquela «nuvem» e dar vida ao «coração». Além disso, tem um design engraçado.

É até oferece prémios! Confiram:
Link: http://www.yourtaste.is/



sábado, junho 07, 2008

Exposição de Macarena Acharán

Está na FLUL, de 5 a 12 de Junho, na Galeria de Exposições da Biblioteca, uma exposição de pintura da chilena Macarena Acharán. Gostei muito do que vi, e como sei que nem todos podem lá ir, ficam aqui algumas fotos dos quadros expostos.




quinta-feira, maio 01, 2008

Artes

Ter amigas que fazem coisas giras com a sua imaginação, as mãos, alguns materiais e muito talento dá nisto: um post em que tenho de falar de uma série de criações. E fica bem no dia de hoje, dia das maias na porta e dia do trabalhador.
Começo pela Patrícia que faz isto há mais tempo, pelo que sei. Tem dois sítios de divulgação: o blogue e o flickr. O primeiro mais dedicado às suas meninas (em fimo), acompanhadas de histórias ou poemas, e de músicas, o segundo mais abrangente: as meninas, os wip, as bonecadas e as bijuterias. Sempre com muito bom gosto e ternura (que outra palavra usar para os gatinhos ali em baixo?). Ficam aqui algumas fotos só para aliciar:




E agora a Natacha. Tem dois sítios de divulgação, também: o blogue e hi5. As criações da Natacha são mais adornos femininos que acalentam a alma, como refere no seu blogue, onde também justifica o Ropica Pnefma, de um tratado de João de Barros, cuja tradução é mercadoria da alma. Adornos como pulseiras, pregadeiras, brincos, colares... Ficam aí alguns exemplos da colecção de Primavera para as deusas que se querem embelezar mais ainda:


quinta-feira, dezembro 27, 2007

T-ARTE

As minhas duas primeiras criações artísticas vulgo "tapetes". O primeiro, para experiência e aprendizagem, é grande, azul e preto e fica a matar no chão do meu quarto, entre a cama e a escrivaninha. O segundo, mais pequeno um bocado, foi mais uma brincadeira com as cores e os trapos que me arranjaram: roxo, branco e preto. Já foi para a minha prima Rita, que se tomou de amores por ele. É viciante, terapêutico e ao menos faz-se alguma coisa útil ou bonita. Um dia destes volto a outro. Como a Particia, também eu dou nome às minhas criações. O primeiro, apesar de não ser propriamente teia (o processo é o uso de uma tela e de pedaços de pano que se vão atando sucessivamente, com nós...), chama-se Penélope, obviamente. Pela ideia de texto e pelas relações afectivas para com a figura (já que eu sou o Tulisses..., mas não só). O segundo é de outra região e, não sei se pela sugestão da cor roxa da capa do livro e do tapete, se da pureza e do oculto, pareceu-me correcto chamar-se Diadorim. E pronto, talvez ainda surjam por aí algumas Noíto, Ariadne, Ana Karenina, Lueji ou as fiandeiras de Wyrd...